terça-feira, 22 de maio de 2012

DIA 22 DE MAIO - No dia do Abraço, a importância de um abraço

Estudos têm revelado que a necessidade de ser tocado é inata em todos os animais de sangue quente. O contato nos deixa mais confortáveis e em paz. O Dr. Harold Voth, psiquiatra da Universidade de Kansas, disse: “o abraço é o melhor tratamento para a depressão”. Objetivamente ele faz com que o sistema imunológico do organismo seja ativado. Abraçar traz nova vida para um corpo cansado e faz com que você se sinta mais jovem e mais vibrante. No lar, um abraço todos os dias reforçará os relacionamentos e reduzirá significativamente os atritos.  
     
Carlos e Jaciano, abraço de amigos na unidade
Geralmente nos saudamos com um aperto de mão ou com um beijo ritual. Raramente experimentamos o abraço. Normalmente nos abraçamos na entrada do Ano Novo ou numa despedida. A emoção do abraço tem uma qualidade terapêutica especial.      

Dra. Helen Colton reforça esse pensamento: “quando a pessoa é tocada a quantidade de hemoglobina no sangue aumenta significativamente. Hemoglobina é a parte do sangue que leva o suprimento vital de oxigênio para todos os órgãos do corpo, incluindo coração e cérebro. O aumento de hemoglobina ativa todo o corpo, auxilia a prevenir doenças e acelera a recuperação do organismo, no caso de alguma enfermidade”.     

A humanidade universal é que mobiliza a energia evolutiva da espécie. O abraço é um  meio supremo de perceber o outro, não só como a um próximo, mas como a um semelhante. Com o abraço, podemos alcançar a fusão de duas identidades em uma identidade maior.      
    
É interessante notar que reservamos nossos abraços para ocasiões de grande intensidade emocional, como uma ato sexual, momentos de grande alegria, tragédias ou catástrofes. Refugiamo-nos na segurança dos abraços alheios, depois de terremotos, enchentes e acidentes. Homens, que jamais fariam isso em outras ocasiões, abraçam-se e se acariciam com entusiasmado afeto depois de vencerem um jogo ou de realizarem um importante feito atlético. Membros de um família reunidos em um enterro encontram consolo e ternura uns nos braços dos outros, embora não tenham o hábito dessas demonstrações de afeição.     
  

O abraço é um ato de encontro de si mesmo e do outro. Não se trata do falso abraço, do par que dança com música em um salão, mas sim de um ato de progressiva e persistente fusão recíproca. Para isso é necessário uma atitude permissiva e aberta, e um sincero desejo de receber o outro. É fácil abraçar uma pessoa estimada e querida, mas se torna difícil abraçar um estranho. Cada pessoa descobre em sua capacidade de abraçar, seu nível de humanização, seu grau de evolução afetiva.       

É natural para nós o desejo de demonstrar afeição, mas por alguma razão misteriosa, equacionamos ternura com sentimentalidade, fraqueza e vulnerabilidade. Geralmente, hesitamos tanto em abraçar, quanto em deixar que nos abracem. O abraço é uma afirmação muito humana de ser querido e de ter valor. É saudável para quem dá e para quem recebe.     
  
Então, voçê tem abraçado ultimamente, sua esposa, seu marido, pai, mãe, filho, avó, avô, sogra, vizinho, colegas de trabalho, padre, psicólogo, patrão ou empregado ? 








Um forte abraço a todos os pacientes e amigos.

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