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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

FIQUE LIGADO! Testosterona alta não é sinal de virilidade ou potência sexual

Recentemente, o cantor sertanejo Zezé di Camargo fez questão de tornar público os resultados de seus exames de saúde. Ao comentar os índices de testosterona, afirmou que estavam “iguais ao de um menino de 18 anos.”
Mas, atenção! Homens, antes de correr para o consultório dos especialistas para checar a quantas andam as taxas desse hormônio, é bom saber que, apesar de estarem ligados ao desejo sexual (a libido), os níveis de testosterona não estão relacionados à virilidade ou potência. “A qualidade sexual é individual.
 
Há homens com níveis de testosterona mais altos e com problemas sexuais como ejaculação precoce e disfunção erétil”, afirma Alexandre Hohl, presidente do departamento de endocrinologia feminina e andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).
 
“Não existe nenhuma referência científica entre testosterona e desempenho sexual. É comum os homens fazerem confusão entre libido e potência”, explica o endocrinologista Cyro Guimarães Junior. Os valores normais da testosterona total na corrente sanguínea para o homem adulto variam de 241 a 827 ng/dL. Na adolescência, esse número tende a ser maior e no idoso menor. Mas nem todos apresentam redução. “Não é uma regra, como a menopausa”, diz Guimarães Junior.
 
Estudos mostram que a testosterona começa a cair fisiologicamente a partir dos 40 anos de idade, na taxa de 1,2% ao ano. No entanto, esse ritmo pode ser intensificado se o homem apresentar obesidade, diabetes, sedentarismo ou usar drogas. Apenas uma parcela dos homens apresentará sintomas e necessitará tratamento, principalmente após os 50 e 60 anos de idade.
 
“De uma maneira geral, homens adultos com sintomas como queda de libido, perda de massa muscular, fraqueza, cansaço, osteopenia ou osteoporose , irritabilidade e testosterona total abaixo de 300 ng/dL devem ser avaliados por um médico especialista para possível tratamento”, explicita Alexandre.
 
É claro que valores acima do normal também podem trazer prejuízos à saúde e ao bem-estar do homem. Segundo o endocrinologista, isso só ocorre quando são usados esteroides anabolizantes derivados da testosterona para ganho de massa muscular, algo comumente visto em academias de musculação e entre atletas de algumas modalidades como fisiculturismo. Nestes casos, os riscos estão relacionados ao uso dessas substâncias de maneira inadequada (riscos para o fígado e o coração ), completa o médico.
 
A testosterona é responsável pela manutenção das características masculinas, influenciando diretamente a função sexual, humor, sono, força física, disposição, ossos e qualidade de vida.
Fonte: iG/ Foto: Flickr

ATENÇÃO NO VERÃO! Aprenda a se proteger do sol

 É preciso não se iludir. Para se proteger do sol não basta passar um pouquinho de um protetor qualquer. Causadores de queimaduras, envelhecimento e até de câncer de pele, os raios UVA e UVB são impiedosos e exigem produtos de qualidade.

 
Além disso, o protetor deve se adequar ao tipo de pele de cada um. “O ideal é que um dermatologista indique o produto mais adequado para prevenir desde alergias a doenças como vitiligo. E quem possui histórico familiar de câncer de pele não pode usar um cosmético qualquer”, ressalta a dermatologista Annia Cordeiro.
Com o auxílio da médica, respondemos, a seguir, cinco perguntas frequentes sobre os protetores. As repostas orientam, mas não substituem os conselhos e a avaliação de um dermatologista, que deve ser consultado anualmente.
 
Existe diferença entre protetor e bloqueador solar?
“O termo bloqueador passa a ideia de que o produto é mais potente, mas nenhum creme bloqueia 100% o sol”, responde Annia. A partir desse ano, as empresas de cosméticos não podem mais usar o termo “bloqueador”. A denominação deverá ser trocada para “protetor” ou “filtro” até 2014, seguindo novas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

É realmente necessário usar o filtro solar todos os dias, mesmo fora do verão ou em períodos chuvosos?
“Sim, pois, sem o protetor, aumenta a exposição aos raios UVA, que atravessam nuvens e até o vidro. A intensidade desses raios é constante em todas as estações do ano e horários, seja às 7h ou ao meio-dia. Esses raios tem efeito cumulativo e provocam envelhecimento e até melanoma”.

É verdade que não há diferença entre os fatores de proteção (FPS) acima do nível 30?
“A diferença existe. Mas só um nível alto de FPS, relativo aos raios UVB, que provocam queimaduras, não basta como proteção efetiva se o produto não for usado na quantidade certa. Ou então se a pessoa remove o produto da pele sem perceber. Além disso, se o produto não for de qualidade, o número no rótulo não garante nada e é preciso que o creme proteja a pele também contra raios UVA, algo indicado pela sigla “PPD” ou por sinais de “+””.

No rosto é preciso aplicar um protetor diferente?
“O principal é observar a compatibilidade do protetor em relação à oleosidade do rosto. Quem possui acne, por exemplo, não pode usar um creme oleoso.”

Quanto tempo antes da exposição ao sol o protetor deve ser aplicado e qual é a sua durabilidade, também em relação ao contato com água?
“A aplicação deve ser feita meia hora antes do contato com o sol e a replicação depende da quantidade passada inicialmente. Em geral, no dia a dia da cidade, é recomendável passar uma camada grossa pela manhã e outra no almoço.
A durabilidade do efeito também se relaciona com o índice de FPS. Um fator 60, por exemplo, permite que a pessoa fique 60 vezes mais tempo exposta ao sol do que o normal. Já em relação à água, há produtos mais resistentes, mas o líquido sempre remove uma parte do creme, que precisa ser reaplicado”.
 
 E não se esqueçam que o sol não requer apenas cuidados com a pele. Com o calor, a umidade relativa do ar, muitas vezes, fica baixo do ideal, nessa situação é importante mudarmos alguns hábitos para não deixar que isso atrapalhe as férias. Confira aqui algumas dicas para não ter incômodos.
Fonte: Viver Bem

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

ELE VOLTOU! O evento ''Fique Sabendo'' está de volta dia 1º de dezembro

Ei, você que ficou de fora por causa da tempo, ou que não soube que teria o evento, agora é sua chance. O Evento ''Fique Sabendo" está de volta! Agora, todo mundo que quiser participar é só comparecer a unidade de Saúde no dia 1º de dezembro de 08:00 até as 17:00.

Veja os serviços disponíveis no dia:

• Coleta de preventivo (Trazer identidade e se tiver, o cartão SUS)
• Aferição de pressão arterial
• Diversas atividades educativas
TESTAGEM DE HIV E SÍFILIS


Informações:

 Telefones: 
38338551/38337057/38338288/38338286/38338554

E-mail
smsdccmsnb@gmail.com

Ou utilize a página: Fale Conosco

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

ALIMENTOS E BEBIDAS LIGHT - Anvisa estabelece novos critérios para um produto ser classificado como light



A forma de uso do termo light deve seguir novos critérios, de acordo com a Resolução RDC 54/2012 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A denominação só será permitida para os alimentos que foremreduzidos em algum nutriente, em comparação com a versão convencional do mesmo alimento.
Anteriormente, a alegação light podia ser utilizada em duas situações: nos alimentos com redução e nos alimentos com baixo teor de algum nutriente. “Tal situação dificultava o entendimento e a identificação pelos consumidores e profissionais de saúde das diferenças entre produtos com a alegação light”, explica Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, por meio de comunicado oficial à imprensa.
Os alimentos produzidos a partir de 1º de janeiro de 2014 já devem seguir o novo regulamento. Já os produtos fabricados antes do prazo fornecido podem ser comercializados até o fim do seu prazo de validade.

ALERGIA A ALIMENTOS - Como e Por que acontecem?


Provavelmente você conhece alguém que – de repete – ficou alérgico a algum alimento, mas que antes o consumia tranquilamente sem ter esse tipo de problema. Pois saiba que essa reação não é tão instantânea quanto parece. Neste artigo, aDra. Loraine Landgraf, especialista em Alergia e Imunologia do Hospital VITA Batel,  responde como e por que isso acontece. Confira:
Estima-se que as reações alérgicas aos alimentos acometam de 6 a 8% das crianças com menos de 3 anos de idade e 2 a 3% dos adultos. Os alimentos que mais causam alergias são: leite de vaca, ovos, amendoim, trigo, soja, peixes e frutos do mar.
A alergia alimentar ocorre quando o sistema imunológico de uma pessoa reage às proteínas de um determinado alimento. Resulta de uma resposta exagerada do organismo a determinada proteína presente nos alimentos, no entanto, o organismo precisa de um determinado tempo para desenvolver essa reação alérgica.
Uma pessoa pode ingerir o alimento durante anos e não apresentar uma reação alérgica e a partir do momento que o organismo montou todas as “peças” de uma reação o paciente começa a ter reações alérgicas ao alimento. A partir desse momento, deve-se evitar a ingestão do alimento causador da alergia porque  os sintomas podem ocorrer mesmo após o consumo de pequenas quantidades.
É mais comum em crianças abaixo de 3 anos de idade, nas quais o leite de vaca e ovo são os alimentos desencadeantes mais frequentes. A alergia alimentar envolve um mecanismo imunológico e tem apresentação clinica muito variável, com sintomas que podem surgir na pele, no sistema gastrointestinal e respiratório.
reação mais comum é a urticária que são placas vermelhas na pele que coçam muito. Alguns pacientes podem ter tosse, chio no peito, dificuldade de respirar, náusea, vômitos, diarreia, dor abdominal, inchaço nos lábios, na boca e na garganta.
Um médico alergista e imunologista é o profissional mais qualificado para diagnosticar a alergia alimentar.  O diagnóstico requer uma avaliação detalhada do problema.
Os testes cutâneos alérgicos, realizados diretamente na pele, podem determinar qual alimento o paciente tem alergia. É um método de diagnóstico que deve ser realizado pelo médico alergista, que após a história clinica e o exame físico, indicará os testes.
Em algumas situações os testes devem ser substituídos pela dosagem de IgE específica no sangue.
Reações graves
O amendoim, os frutos do mar e o leite de vaca são os alimentos que com maior frequência provocam reações graves, as chamadas reações anafiláticas com manifestações mais intensas acometendo vários órgãos simultaneamente, é uma reação súbita, grave que impõe socorro imediato por ser potencialmente fatal. Inicia-se com coceira generalizada, inchaços nos olhos, lábios e garganta, tosse, rouquidão, diarreia, dor de barriga, vômitos, aperto no peito com queda brusca da pressão arterial, arritmia cardíaca e choque anafilático.
Até o momento não existe um medicamento especifico para alergia alimentar. São utilizados medicamentos para o tratamento dos sintomas, sendo de extrema importância fornecer orientações ao paciente e familiares para que se evite novos contatos com o alimento desencadeante.
Existem estudos em andamento para induzir gradativamente a tolerância ao alimento desencadeante, mas não é realizada para todos os alimentos responsáveis pela alergia alimentar e deve ser realizada por profissional treinado e especialista em alergia.


VAMOS FICAR LIGADOS! Diabetes mata mais que Aids e trânsito no Brasil



Muitas vezes só percebemos a gravidade de uma doença quando ela é comparada com ideias bem enraizadas na nossa cabeça. Foi o que fez o Ministério da Saúde (MS) ao comparar as mortes causadas pela Aids, diabetes e trânsito em um levantamento divulgado ontem (13/11).
O objetivo é chamar a atenção para a diabetes: doença matou quatro vezes mais do que a Aids (12 mil óbitos) e superou o total de vítimas de trânsito (42 mil) no País, totalizando 54 mil óbitos em 2010.
O alerta é ainda maior quando se considera que a diabetes age como fator de risco para outras enfermidades, como câncer e doenças cardiovasculares. Em 2010, a diabetes foi associada a 68,5 mil mortes, o que totaliza cerca de 123 mil mortes direta e indiretamente.
As mulheres são as principais vítimas e responderam, em 2010, por 30,8 mil mortes contra 24 mil entre os homens. Em 2000, 20 mil mulheres morreram por causa do diabetes, ante 14 mil homens.
A faixa etária com o maior número de mortes, em 2010, é acima dos 80 anos, totalizando 15,7 mil. O número mais que dobrou quando comparado ao ano 2000, quando 6,7 mil mortes foram notificadas na mesma faixa etária.

Infográfico

10 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
1,571,779 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
13.698 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

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Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.
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