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terça-feira, 24 de maio de 2016

24/05/2016 - Inauguração da Obra da Clínica da Família do Mato Alto







24/05/2016 - BOLETIM UNIDOS PELA CURA


Esta é a 14ª edição do Boletim Informativo, que tem por objetivo divulgar os resultados dos encaminhamentos feitos por meio do cartão de acolhimento Unidos pela Cura. Desde 2005, a política Unidos Pela Cura vem sendo construída de forma intersetorial, corresponsável e orientada pelos princípios do Sistema Único de Saúde – universalidade, integralidade, equidade, descentralização e participação social.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

12/05/2016 - Semana da Enfermagem!!

O modo Enfermeira (o) de ser...
Enfermeira (o) não anda, DEAMBULA.
Não fuxica, FAZ ANAMNESE.
Não incha, tem EDEMA.
Não tem coceira, tem PRURIDO.
Não se apega, ESTABELECE VÍNCULOS.
Não fica doente, MANIFESTA SINAIS/SINTOMAS.
Não conversa, ESTABELECE COMUNICAÇÃO VERBAL.
Não é legal, é HUMANIZADA.
Não trabalha, EXECUTA HABILIDADE COGNITIVA TEÓRICO – PRÁTICA.
Não briga, DIVERGE COM FUNDAMENTAÇÃO.
Não ouve, AUSCULTA.
Não beija, COMPARTILHA MICROBIOTA DA CAVIDADE ORAL.
Não impõe, EXERCE LIDERANÇA.
Não bebe, faz INGESTA ETÍLICA.
Não encosta, CONTAMINA.
Não organiza, SISTEMATIZA.
Não arrota, apresenta ERUCTAÇÃO.
Não ampara, oferece SUPORTE EMOCIONAL.
Não dá remédios, ADMINISTRA MEDICAÇÕES.
Não joga fora, DESPREZA.
Não usa camisinha, usa MÉTODO CONTRACEPTIVO DE BARREIRA.
Não limpa com álcool, faz ANTISSEPSIA ou DESINFECÇÃO.
Não é saudável, MANTÉM HOMEOSTASIA CORPORAL.
Não trabalha junto, trabalha em EQUIPE.
Não trata, CUIDA.
Não gosta do que faz, AMA !!!
Todo e bom profissional de Enfermagem é um guerreiro por enfrentar um sistema injusto, escala de trabalho pesada, salários baixos e dificuldade de exercer a profissão e de dá uma boa assistência para os paciente!!!
Cms Newton Bethlem deseja a todos os profissionais de enfermagem os parabéns pelo dia de hoje, em especial as guerreiras do PSF.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

05/01/2015 - Transplantes no Brasil

O Brasil é referência mundial em transplantes e, atualmente, mais de 95% dos procedimentos no país são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se do maior sistema público de transplantes do mundo. 
Em 2014, com o slogan ‘’Seja doador de órgãos e avise sua família. Sua família é a sua voz”, o Ministério da Saúde lançou uma campanha publicitária destinada, especialmente, aos familiares de pessoas que manifestaram em vida a vontade de ser um doador de órgãos, com o objetivo ampliar ainda mais a realização de cirurgias que salvam vidas e diminuir a permanência do paciente na lista de espera.
Atualmente, 56% das famílias entrevistadas em situações de morte encefálica aceitam e autorizam a retirada de órgãos para a doação. Para o ministério, esse percentual pode ser ainda maior, permitindo a realização de mais transplantes.
Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde demonstra que o Brasil reduziu a quantidade de pessoas que aguardam por um transplante de órgão, nos últimos cinco anos. De 2008 a 2014, o país registrou uma redução de 41,7% das pessoas que estão na fila de espera, o que está associado ao aumento de doadores efetivos no país, que subiu de 1.350, em 2008, para 2.562, em 2013, representando crescimento de 89,7%.
O país também se destacou mundialmente em número e em qualidade de registro de doadores voluntários de medula óssea, passando de 30 mil doadores para 3,2 milhões de doadores nos últimos dez anos.
Hospital de Fortaleza alcança marca de 300 transplantes cardíacos pelo SUS
O Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM), que integra a rede SUS no Ceará, alcançou a marca de 300 transplantes cardíacos. Com isso, o HM tornou-se o terceiro centro transplantador do país a atingir esse número, depois do Instituto do Coração (Incor) e do Instituto Dante Pazzanese, os dois de São Paulo. O comerciante de Redenção (CE), Francisco Wellington Benedito Muniz, de 54 anos, é o transplantado de número 300.
Dia Nacional de Doação de Órgãos

Sandra Silva de Souza, 42 anos, é mãe da Giovanna Souza Anconi, que faleceu em 2011, com 15 anos de idade, em decorrência de um aneurisma cerebral. A mãe conta que alguns anos antes foi surpreendida com a declaração da filha. “Eu conhecia sobre doação de órgãos, mas não tinha interesse pelo assunto. Conheci melhor em uma ação para cadastro de pessoas. Quando cheguei em casa, minha filha perguntou como era e disse que também queria ser doadora, isso com 13 anos. Ela disse que queria que todos os órgãos fossem doados para que outras pessoas tivessem oportunidade na vida”, lembra Sandra.
Evento em Brasília lança nova campanha de incentivo à doação de órgãos

Com um evento no Memorial JK, em Brasília, foi lançada hoje a campanha que marca o Dia Nacional de Doação de Órgãos, comemorado no dia 27 de setembro. Com o mote “Seja doador de órgãos. E avise sua família. Sua família é a sua voz”, a campanha promovida pelo Ministério da Saúde tem como objetivo sensibilizar as famílias e os doadores de órgãos quanto à importância do diálogo sobre esta decisão. Isso porque, é a família quem autoriza o procedimento quando a situação do paciente é irreversível – morte encefálica. Desta conversa nasce a decisão que pode trazer nova vida às pessoas que aguardam por um transplante de órgãos e tecidos.
Transplante de Medula Óssea | Uma chance em cem mil

O transplante de medula óssea vem crescendo no Brasil nos últimos anos. Ele pode ser um aliado no tratamento de doenças relacionadas à produção das células do sangue, como leucemia, anemia, linfoma, entre outras. A medula óssea é um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos e o transplante consiste na troca da medula óssea doente por outra saudável visando a reconstituição da hematopoese.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

29/11/2014 - Nova atualização do índice de infestação de mosquitos aponta 135 municípios em alerta para dengue

Novos dados do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), atualizado na sexta-feira (14), revelam que 135 municípios brasileiros estão em situação de risco para a ocorrência de epidemias de dengue, 612 estão em alerta e 990 cidades apresentam índice satisfatório. Até o momento, 1.737 municípios brasileiros enviaram ao Ministério da Saúde informações do LIRA.
Na última atualização, realizada no dia 07 de novembro deste ano, 125 municípios brasileiros encontravam-se em situação de risco para a ocorrência de epidemias de dengue, 552 em alerta e 847 cidades apresentaram índice satisfatório. Desde a primeira divulgação, 274 novas cidades apresentaram as informações do LIRAa.
Elaborado pelo Ministério da Saúde, em conjunto com estados e municípios, o LIRAa foi realizado em outubro deste ano. A pesquisa é considerada um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, o que possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção.
O chamado Mapa da Dengue identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença, proporcionando informação qualificada para atuação das prefeituras nas ações de prevenção.
Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, é fundamental o reforço às ações de combate não apenas à dengue, mas também à febre chikungunya. "As medidas de enfrentamento e prevenção das duas doenças são as mesmas. Temos de intensificar estas ações e prestar bem a atenção nas informações que o LIRAa nos revela. Trata-se de uma ferramenta muito potente que nos dá informações importantes", observou.
LEVANTAMENTO - Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados. É considerado estado de alerta quando menos de 3,9% dos imóveis pesquisados têm larvas do mosquito, e satisfatório quando o índice está abaixo de 1% de larvas do Aedes aegypti.
De acordo com o levantamento, Rio Branco é a única capital em situação de risco, com índice de 4,2. São 13 as capitais que apresentaram situação de alerta (Boa Vista, Palmas, Salvador, Porto Alegre, Cuiabá, Vitória, Maceió, Natal, Recife, São Luís, Aracaju, Belém e Porto Velho) e outras 11 estão com índices satisfatórios (Curitiba, Florianópolis, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Macapá, Teresina e João Pessoa). Duas capitais (Manaus e Fortaleza) ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa. O Ministério da Saúde continua recebendo as informações dos estados.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforça que a prevenção da dengue e da febre chikungunya é simples. “Em apenas 15 minutos semanais, as famílias podem fazer a inspeção em suas casas, destruindo os focos dos mosquitos dentro de pneus, vasilhas de plantas e outros tipos de recipientes que possam acumular água parada”, frisou. O secretário, no entanto, ressaltou que o fato de uma determinada cidade estar em situação satisfatória no LIRAa não significa que esteja protegida. "Se o município parar de agir, a população de mosquito pode crescer", alertou. Barbosa esclareceu que um município com população de mosquito elevada pode ter transmissão de chikungunya. "Ninguém está protegido se no local tem mosquito para fazer a transmissão, seja em casa ou no trabalho".
CRIADOUROS - Além de ajudar os gestores a identificar os bairros em que há mais focos de reprodução do mosquito, o LIRAa também aponta o perfil destes criadouros. Os focos podem estar em formas de armazenamento de água, em espaços em que o lixo não está sendo manejado adequadamente e em depósitos domiciliares.
Esse panorama varia entre as regiões. Enquanto nas Regiões Norte e Sul, 42,5% e 47,3%, respectivamente, dos focos estão no lixo, no Nordeste e no Centro Oeste o armazenamento de água é a principal fonte de preocupação com 76,5% e 40,9%, respectivamente. Já o Sudeste tem no depósito domiciliar o principal desafio, com taxas de 58,2%.
Criadouros por região
Região
Abastecimento de água
Depósitos domiciliares
Lixo
Norte
28,3%
29,2%
42,5%
Nordeste
76,5%
17,5%
6%
Sudeste
25%
58,2%
16,9%
Centro Oeste
40,9%
28,4%
30,7%
Sul
16%
36,7%
47,3%

Fonte: Carlos Américo/ Agência Saúde

terça-feira, 11 de novembro de 2014

11/11/2014 - Meninas devem tomar segunda dose contra HPV para garantir proteção

Para garantir 100% de proteção contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), que provoca o câncer do colo do útero, as meninas de 11 a 13 anos precisam tomar todas as doses previstas na vacinação: a segunda, seis meses depois da primeira, e a terceira, de reforço, cinco anos depois. Mais de 2,2 milhões de meninas já tomaram a segunda dose da vacina contra o HPV desde o início da nova fase da campanha, em 1º de setembro. O número representa 45% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de meninas de 11 a 13 anos.
Embora a vacina faça parte do Calendário Nacional de Imunização do Sistema Único de Saúde (SUS) e esteja disponível durante todo o ano nos postos de vacinação, as adolescentes devem seguir o cronograma de intervalo entre uma dose e outra. A primeira dose sozinha não protege contra o vírus. A vacina garante proteção contra o câncer do colo do útero, terceiro tumor mais frequente na população feminina e terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, reforça a importância de convocar os responsáveis pelas adolescentes para que levem as meninas até os postos de saúde para tomarem a segunda dose. “Eu peço para que as mães, avós, responsáveis por meninas de 11 a 13 anos, não deixem de levá-las para vacinar. A primeira dose sozinha não protege contra o vírus. Por isso, é fundamental tomar a segunda dose. O Ministério da Saúde garante a segurança da vacina. Atualmente, ela é utilizada em mais de cinquenta países, com cerca de 175 milhões de doses aplicadas. Vacinar contra o HPV é um gesto de amor e proteção pelas meninas do nosso país”, enfatiza.
 A segurança da vacina é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a conclusão dos casos de efeitos adversos registrados no Brasil só reforça a segurança. “O desfecho desses casos, sem qualquer lesão ou sequela, é uma comprovação que a vacina é segura” salienta, lembrando que muitas reações são psicológicas, comuns em vacinação em ambientes fechados como escolas, quarteis e trabalhos.
Para o secretário, a meta de vacinar 80% das meninas será alcançada. “Eu não creio que as famílias vão perder esta oportunidade. É sempre bom lembrar que, apesar dos avanços na redução das mortes por câncer do colo do útero no Brasil, 14 mulheres morrem todos os dias com esse tipo de câncer no país”, enfatiza. Desde 10 de março, quando a imunização passou a ser ofertada gratuitamente no SUS, 4,7 milhões de meninas receberam a primeira dose, o que representa 96% do público-alvo.
O SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do vírus (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero em todo mundo e os subtipos 6 e 11 por 90% das verrugas anogenitais.
A vacina contra HPV está disponível nas mais de 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo país. Neste ano, são vacinadas as adolescentes do primeiro grupo, de 11 a 13 anos. Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de nove a 11 anos e, em 2016, as meninas de nove anos.
PREVENÇÃO - Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. No entanto, a imunização não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.
“A combinação da vacina com o Papanicolau é perfeita porque protege as meninas para o futuro. As meninas que tomam a vacina hoje, se ao chegarem aos vinte e cinco anos, começarem também a fazer o Papanicolau, praticamente será uma geração livre de câncer de colo de útero. Isso era algo impensável há 10 anos”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.
Confira os resultados por estado da federação.
Estado
Número de adolescentes vacinadas
Porcentagem do público total
Acre
7,3 mil
28,8%
Alagoas
54,3 mil
55,9%
Amapá
8,1 mil
34,7%
Amazonas
7,3 mil
17,9%
Bahia,
95,8 mi
25,1%
Ceará
124,9 mil
51%
Distrito Federal
81,9 mil
76,6%
Espírito Santo
62,1 mil
71,4%
Goiás
48,4 mil
31,5%
Maranhão
102,8 mil
49,3%
Mato Grosso
23,8 mil
29,5%
Mato Grosso do Sul
20,4 mil
31,8%
Minas Gerais
267,9 mil
55,3%
Pará
46,9 mil
19,4%
Paraíba
36,1 mil
36,3%
Paraná
78,3 mil
30,1%
Pernambuco
93,1 mil
38,8%
Piauí
25,4 mil
28,7%
Rio de Janeiro
163 mil
43,4%
Rio Grande do Norte
25,1 mil
29,8%
Rio Grande do Sul
155,8 mil
63,4%
Rondônia
11,7 mil
26,3%
Roraima
5,8 mil
38,7%
Santa Catarina
90,3 mil
60,2%
São Paulo
555,9 mil
58,1%
Sergipe
25,5 mil
42,5%
Tocantins
10,6 mil
25,6%

Fonte: Hortência Guedes/ Agência Saúde

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